segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

ANJOS E SANTOS

ANJOS E SANTOS

As pessoas acham que anjos e santos são seres superiores que foram criados desta forma, perfeitos. Se assim fosse, Deus não seria justo pois estaria privilegiando alguns em detrimento de outros.

Anjos na verdade são espíritos que já atingiram um grau de iluminação e sabedoria que os torna "superiores". Encarnação após encarnação, alcançaram um nível de compreensão que os possibilita atuar de forma mais ampla dominando vários aspectos que ainda não nos é possível entender. Anjos, arcanjos, querubins, serafins e afins não nasceram perfeitos mas foram gradativamente galgando os degraus da evolução e atingindo os vários níveis. 

Quando se trata de santos o assunto deve ser entendido de outra maneira, pois, estes são escolhidos pelos homens por suas ações benéficas, ou melhor, escolhidos pela Santa Igreja Católica, que é a autoridade na Terra para designar se uma pessoa merece ou não o título de santo. Apenas aquelas pessoas que operaram milagres em vida ou pós morte são consideradas aptas a ganharem um cargo de santo. Primeiro a Igreja beatifica a pessoa e só depois de um longo processo é que vem a canonização de fato.

Portanto, para se tornar um santo dependerá exclusivamente da decisão do Vaticano mas para ser anjo todos nós poderemos alcançar este patamar, pois é inerente à evolução humana. Basta seguir as leis de Deus e os ensinamentos de Jesus a cada novo dia de vida, buscando sempre fazer melhor.

domingo, 5 de janeiro de 2014

A CIVILIZAÇÃO OCULTA DOS MARES


"A CIVILIZAÇÃO OCULTA
 DOS MARES





Nosso planeta é composto de 70% de água e 30% de terra, sendo assim não é inteligente acharmos que existe algo mais que água e peixes no mar?

Nada no Universo é desperdiçado e para tudo há um propósito.
Achar que não existe que outra civilização habitando nossos mares é o mesmo que achar que no Universo só existe vida na Terra e que os outros planetas servem apenas para nossa apreciação.

A civilização oculta das mares talvez já esteja aqui antes da nossa e talvez seja bem mais evoluída que a nossa também, principalmente no que diz respeito a moral.

A lendária cidade de Atlanta que jamais foi localizada por nós com certeza é habitada pelo povo da água e igualmente existem outras cidades igualmente habitadas.

Por serem sábios e nós, hostis, o povo da água se preserva das nossas vistas curiosas, mas há de chegar o dia em que nossas diferenças serão minimizadas e finalmente poderemos nos integrar com nossos irmãos de planeta. 

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

BATISMO


 BATISMO

O batismo é um ritual adotado ainda nos tempos atuais por algumas religiões. Seguem os princípios  instituídos por João O Batista. Basicamente a água é a parte principal que no caso simboliza a purificação dos pecados.

Quando a dois mil anos atrás João  batizava as pessoas nas águas do rio queria apenas ensiná-las que seria necessário que se purificassem antes de ganharem as portas do céu e a água simbolizava a limpeza.

Os tempos se passaram e os homens fizeram suas versões atualizadas dos ensinamentos de Deus e criaram suas próprias maneiras de batizar bem diferentes dos batismos praticados originalmente. Hoje as celebrações são feitas com muitos detalhes que são totalmente desnecessários aos olhos de Deus.

Basta a pessoa abrir seu coração e limpá-lo  das impurezas que carrega na alma como os sentimentos negativos por exemplo e estará batizada. Não é necessário a presença de um sacerdote para conduzir um ritual que deve ser íntimo e consciente entre a pessoa e Deus.

É inconcebível batizar uma criança que ainda não sabe nem falar para livrá-la de um pecado mortal que dizem que ela tem. Além do que,  o batismo não garante a proteção de ninguém contra as forças do mal se por ventura elas estiverem destinadas a pessoa.

Batismo não deve ser um ritual impensado mas uma decisão íntima feita com sentimento verdadeiro.

Pagão é aquele que não aceita Deus em seu coração e que não vive de acordo com Seus princípios independente se é ou não batizado.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

DRÁCULA



DRÁCULA

O Conde Drácula pode ter sido inspirado no príncipe Vlad Tepes, que nasceu em 1431 e governou o território que corresponde à atual Romênia. Nessa época, a Romênia estava dividida entre o mundo cristão e o mundo muçulmano.

Vlad III ficou conhecido pela perversidade com que tratava seus inimigos. Embora não fosse um vampiro, sua crueldade alimentava o imaginário de modo que logo passou para o conhecimento popular como um vampiro.

O pai de Vlad III, era membro de uma sociedade cristã romana chamada Ordem do Dragão, criada por nobres da região para defender o território da invasão dos turcos otomanos. Por isso Vlad II era chamado de Dracul (dragão), e, por conseqüência, seu filho passou a ser chamado Draculea (filho do dragão) - a terminação "ea" significa filho. A palavra “dracul”, entretanto, possuía um segundo significado (diabo) que foi aplicado aos membros da família Draculea por seus inimigos e possivelmente também por camponeses supersticiosos.

Vlad III era conhecido por sua perversidade e crueldade. Certa vez, dois súditos se esqueceram de tirar o chapéu para reverenciar sua chegada e, por causa disso, Vlad mandou pregar o chapéu em suas cabeças.

Também dizem as lendas que um dia Vlad viu um aldeão com a camisa toda suja e lhe perguntou se sua esposa era saudável. O aldeão respondeu que sim e sua mulher teve ambas as mãos decepadas; e Vlad arrumou outra esposa para o aldeão e a mostrou o que acontecera com a antiga para que servisse de exemplo. Vlad tinha prazer em comer em frente de suas vítimas com os corpos empalados ouvindo seus gritos de agonia, por isso também ficou conhecido como Vlad - O Empalador.

Muitos desses feitos levam a crer que Vlad III é a principal inspiração para o personagem, a crença que o conde Drácula é morto vivo veio de um fato que em uma de suas muitas batalhas ele levou um forte golpe na cabeça, que o deixou em coma, depois de ver o seu líder cair seus homens bateram em retirada levando consigo seu corpo e antes da fuga ser realizada, Vlad III acorda do coma como se nada tivesse acontecido e logo depois de recobrar os sentidos retornou a batalha levando seu exercito a vitória e a uma de suas mais sangrentas batalhas, criando assim a crença que ele havia retornado dos mortos como um morto vivo

Vlad III, Príncipe da Valáquia, comumente conhecido como Vlad, o Empalador (em romeno: Vlad Țepeș) ou Drácula, foi príncipe da Valquíria por três vezes entre os anos de 1448 a 1476.
Historicamente, Vlad é mais conhecido por sua política de independência em relação ao Império Otomano, cujo expansionismo sofreu sua resistência, e pelas punições excessivamente cruéis que impunha a seus prisioneiros. É lembrado por toda a região como um cavaleiro cristão que lutou contra o expansionismo islâmico na Europa, e é um herói popular na Romênia e na Moldávia ainda hoje.

Ao mesmo tempo em que Vlad III se tornou famoso por seu sadismo e sendo taxado de louco, era respeitado pelos seus cidadãos como guerreiro, por sua ferocidade contra os turcos e como governante que não tolerava o crime entre sua gente. Durante o seu reinado, ergueu grandes mosteiros.

Fora da Romênia é célebre pelas atrocidades contra seus inimigos, que teriam sido a inspiração para o conde Drácula, vampiro do romance de Bram Stoker.

Após a invasão da Valáquia pela Hungria em 1447 Vlad III e seu filho mais velho, Mircea, foram assassinados. Em 1456, Vlad Țepeș retornou à região e retomou o controle das terras, assumindo novamente o trono de Valáquia. Este retorno tardio de Vlad III teria confundido os moradores da região que pensaram ser Vlad II retornando anos após a sua morte. Isso teria ajudado a criar a lenda de sua imortalidade.

Em 1462, Vlad Țepeș perdeu o trono para seu irmão Radu, que havia se aliado aos turcos. Preso na Hungria até 1474, Vlad III morreu dois anos depois, ainda tentando recuperar o trono de Valáquia.

Vlad III foi exilado de suas terras por um breve período em 1448, de 1456 a 1462 e por duas semanas no ano de sua morte (1476).

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

DEMÔNIOS


O Demônio está dentro
the devil is inside!

Bobagem achar que o demônio é o cara mal que vai te levar para o inferno se você não for bonzinho.

O demônio são nossos pensamentos impuros, nossos desejos carnais, nossas atitudes menos dignas que como seres ainda imperfeitos que somos, cometemos em maior ou menor grau de acordo com o estágio em que nos encontramos.

O demônio não pode ser responsabilizado pelos pecados das pessoas nem induzi-las a eles, podem apenas sugerir. O que induz as pessoas ao erro de fato é a fraca índole que possuem. 

Demônio de chifre e rabo é folclore para assustar criancinha ou, pessoas que ainda tem alma infantil. Ele até existe, mas não aparece para qualquer um.  

Como as pessoas não são capazes de assumirem seus erros, delegam a culpa para terceiros, então, a criação do Demônio, neste caso, vem a calhar. Nele são depositadas as responsabilidades pelas tragédias da humanidade - literalmente trata-se de um "BODE EXPIATÓRIO".

Algumas pessoas tem capacidade de atraí-los com seus pensamentos nocivos e algumas outras pessoas até fazem amizade com eles e trocam favores. Mas no geral, o demônio está dentro de cada um em menor ou maior grau e cabe a cada um saber lidar como os seus próprios.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

PRECONCEITO


PRECONCEITO

Pertencemos todos a mesma família Universal e como em toda família uns são mais e outros menos, porém, ainda assim somos uma família.

As pessoas adoram segregar, excluir, criar "clubinhos" para se sentirem mais seguras e aceitas entretanto, tal atitude só as impede de crescer.

Estar aberto, conhecer o novo, ouvir opiniões diferentes da sua, adquirir conhecimentos diversos, tudo isso faz de você uma pessoa melhor.

Rotular e ter preconceito não é nada construtivo. Cada um com seu cada qual, fazendo o que bem entender e é claro, sem ferir os direitos do semelhante.

Se Jesus e Lúcifer são amigos e convivem em perfeita harmonia porque a humanidade tem que ser tão intolerante para com o próximo.

Precisamos aprender a enxergar nosso semelhante como sendo de fato nosso semelhante e dizer não a todo e qualquer tipo de preconceito .

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

O VERDADEIRO SACRIFÍCIO DE JESUS


O Sacrifício de JESUS


O maior sacrifício que Jesus fez por nós não foi morrer na Cruz, mas foi encarnar na Terra entre nós, conviver na carne diretamente conosco por 33 anos. Ser novamente criança, adolescente, adulto, fazer caber Sua gigantesca alma dentro de um minúsculo corpo físico. Proporcionalmente é como colocar uma baleia dentro de um aquário de peixinho ornamental.

Esse foi Seu maior sacrifício por nós; andar entre nós; ser um de nós para que pudéssemos compreender a necessidade da nossa existência, para que entendêssemos como devemos nos conduzir perante a vida e a morte, perante o bem e o mal.

A presença Dele foi sentida na Terra  desde o momento do Seu nascimento até o último dia de Sua vida. Uma grande estrela no céu anunciava a Sua chegada e foi vista em toda parte, bem como o sol se apagou depois de Sua morte e igualmente todos viram.

Aqueles que por sorte tiveram o privilégio e oportunidade de vê-LO e ouvi-Lo  foram tocadas profundamente em suas almas que se modificaram para sempre.

Alguns como Herodes e Pilatos enlouqueceram por não terem capacidade de entender o que Jesus lhes queria dizer. Outros como Paulo de Tarso e Maria de Magdala tiveram suas vidas mudadas da "água para o vinho" e se tornaram os mais fervorosos divulgadores da palavra do Senhor. Ainda houve aqueles que apesar de não terem nem visto nem ouvido pessoalmente se modificaram igualmente apenas por saberem da Sua Sagrada existência, como foi o caso de São Lucas que inclusive escreveu um dos evangelhos do Novo Testamento da Bíblia.

O fato é que um "simples judeu" nascido em família humilde, porém descendente da casa de Davi, como estava escrito nas profecias, modificou o mundo no qual vivemos e nos mostrou acima de tudo que Deus existe e se preocupa com o nosso destino e no ama.