segunda-feira, 28 de outubro de 2013

DRÁCULA



DRÁCULA

O Conde Drácula pode ter sido inspirado no príncipe Vlad Tepes, que nasceu em 1431 e governou o território que corresponde à atual Romênia. Nessa época, a Romênia estava dividida entre o mundo cristão e o mundo muçulmano.

Vlad III ficou conhecido pela perversidade com que tratava seus inimigos. Embora não fosse um vampiro, sua crueldade alimentava o imaginário de modo que logo passou para o conhecimento popular como um vampiro.

O pai de Vlad III, era membro de uma sociedade cristã romana chamada Ordem do Dragão, criada por nobres da região para defender o território da invasão dos turcos otomanos. Por isso Vlad II era chamado de Dracul (dragão), e, por conseqüência, seu filho passou a ser chamado Draculea (filho do dragão) - a terminação "ea" significa filho. A palavra “dracul”, entretanto, possuía um segundo significado (diabo) que foi aplicado aos membros da família Draculea por seus inimigos e possivelmente também por camponeses supersticiosos.

Vlad III era conhecido por sua perversidade e crueldade. Certa vez, dois súditos se esqueceram de tirar o chapéu para reverenciar sua chegada e, por causa disso, Vlad mandou pregar o chapéu em suas cabeças.

Também dizem as lendas que um dia Vlad viu um aldeão com a camisa toda suja e lhe perguntou se sua esposa era saudável. O aldeão respondeu que sim e sua mulher teve ambas as mãos decepadas; e Vlad arrumou outra esposa para o aldeão e a mostrou o que acontecera com a antiga para que servisse de exemplo. Vlad tinha prazer em comer em frente de suas vítimas com os corpos empalados ouvindo seus gritos de agonia, por isso também ficou conhecido como Vlad - O Empalador.

Muitos desses feitos levam a crer que Vlad III é a principal inspiração para o personagem, a crença que o conde Drácula é morto vivo veio de um fato que em uma de suas muitas batalhas ele levou um forte golpe na cabeça, que o deixou em coma, depois de ver o seu líder cair seus homens bateram em retirada levando consigo seu corpo e antes da fuga ser realizada, Vlad III acorda do coma como se nada tivesse acontecido e logo depois de recobrar os sentidos retornou a batalha levando seu exercito a vitória e a uma de suas mais sangrentas batalhas, criando assim a crença que ele havia retornado dos mortos como um morto vivo

Vlad III, Príncipe da Valáquia, comumente conhecido como Vlad, o Empalador (em romeno: Vlad Țepeș) ou Drácula, foi príncipe da Valquíria por três vezes entre os anos de 1448 a 1476.
Historicamente, Vlad é mais conhecido por sua política de independência em relação ao Império Otomano, cujo expansionismo sofreu sua resistência, e pelas punições excessivamente cruéis que impunha a seus prisioneiros. É lembrado por toda a região como um cavaleiro cristão que lutou contra o expansionismo islâmico na Europa, e é um herói popular na Romênia e na Moldávia ainda hoje.

Ao mesmo tempo em que Vlad III se tornou famoso por seu sadismo e sendo taxado de louco, era respeitado pelos seus cidadãos como guerreiro, por sua ferocidade contra os turcos e como governante que não tolerava o crime entre sua gente. Durante o seu reinado, ergueu grandes mosteiros.

Fora da Romênia é célebre pelas atrocidades contra seus inimigos, que teriam sido a inspiração para o conde Drácula, vampiro do romance de Bram Stoker.

Após a invasão da Valáquia pela Hungria em 1447 Vlad III e seu filho mais velho, Mircea, foram assassinados. Em 1456, Vlad Țepeș retornou à região e retomou o controle das terras, assumindo novamente o trono de Valáquia. Este retorno tardio de Vlad III teria confundido os moradores da região que pensaram ser Vlad II retornando anos após a sua morte. Isso teria ajudado a criar a lenda de sua imortalidade.

Em 1462, Vlad Țepeș perdeu o trono para seu irmão Radu, que havia se aliado aos turcos. Preso na Hungria até 1474, Vlad III morreu dois anos depois, ainda tentando recuperar o trono de Valáquia.

Vlad III foi exilado de suas terras por um breve período em 1448, de 1456 a 1462 e por duas semanas no ano de sua morte (1476).

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

DEMÔNIOS


O Demônio está dentro
the devil is inside!

Bobagem achar que o demônio é o cara mal que vai te levar para o inferno se você não for bonzinho.

O demônio são nossos pensamentos impuros, nossos desejos carnais, nossas atitudes menos dignas que como seres ainda imperfeitos que somos, cometemos em maior ou menor grau de acordo com o estágio em que nos encontramos.

O demônio não pode ser responsabilizado pelos pecados das pessoas nem induzi-las a eles, podem apenas sugerir. O que induz as pessoas ao erro de fato é a fraca índole que possuem. 

Demônio de chifre e rabo é folclore para assustar criancinha ou, pessoas que ainda tem alma infantil. Ele até existe, mas não aparece para qualquer um.  

Como as pessoas não são capazes de assumirem seus erros, delegam a culpa para terceiros, então, a criação do Demônio, neste caso, vem a calhar. Nele são depositadas as responsabilidades pelas tragédias da humanidade - literalmente trata-se de um "BODE EXPIATÓRIO".

Algumas pessoas tem capacidade de atraí-los com seus pensamentos nocivos e algumas outras pessoas até fazem amizade com eles e trocam favores. Mas no geral, o demônio está dentro de cada um em menor ou maior grau e cabe a cada um saber lidar como os seus próprios.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

PRECONCEITO


PRECONCEITO

Pertencemos todos a mesma família Universal e como em toda família uns são mais e outros menos, porém, ainda assim somos uma família.

As pessoas adoram segregar, excluir, criar "clubinhos" para se sentirem mais seguras e aceitas entretanto, tal atitude só as impede de crescer.

Estar aberto, conhecer o novo, ouvir opiniões diferentes da sua, adquirir conhecimentos diversos, tudo isso faz de você uma pessoa melhor.

Rotular e ter preconceito não é nada construtivo. Cada um com seu cada qual, fazendo o que bem entender e é claro, sem ferir os direitos do semelhante.

Se Jesus e Lúcifer são amigos e convivem em perfeita harmonia porque a humanidade tem que ser tão intolerante para com o próximo.

Precisamos aprender a enxergar nosso semelhante como sendo de fato nosso semelhante e dizer não a todo e qualquer tipo de preconceito .

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

O VERDADEIRO SACRIFÍCIO DE JESUS


O Sacrifício de JESUS


O maior sacrifício que Jesus fez por nós não foi morrer na Cruz, mas foi encarnar na Terra entre nós, conviver na carne diretamente conosco por 33 anos. Ser novamente criança, adolescente, adulto, fazer caber Sua gigantesca alma dentro de um minúsculo corpo físico. Proporcionalmente é como colocar uma baleia dentro de um aquário de peixinho ornamental.

Esse foi Seu maior sacrifício por nós; andar entre nós; ser um de nós para que pudéssemos compreender a necessidade da nossa existência, para que entendêssemos como devemos nos conduzir perante a vida e a morte, perante o bem e o mal.

A presença Dele foi sentida na Terra  desde o momento do Seu nascimento até o último dia de Sua vida. Uma grande estrela no céu anunciava a Sua chegada e foi vista em toda parte, bem como o sol se apagou depois de Sua morte e igualmente todos viram.

Aqueles que por sorte tiveram o privilégio e oportunidade de vê-LO e ouvi-Lo  foram tocadas profundamente em suas almas que se modificaram para sempre.

Alguns como Herodes e Pilatos enlouqueceram por não terem capacidade de entender o que Jesus lhes queria dizer. Outros como Paulo de Tarso e Maria de Magdala tiveram suas vidas mudadas da "água para o vinho" e se tornaram os mais fervorosos divulgadores da palavra do Senhor. Ainda houve aqueles que apesar de não terem nem visto nem ouvido pessoalmente se modificaram igualmente apenas por saberem da Sua Sagrada existência, como foi o caso de São Lucas que inclusive escreveu um dos evangelhos do Novo Testamento da Bíblia.

O fato é que um "simples judeu" nascido em família humilde, porém descendente da casa de Davi, como estava escrito nas profecias, modificou o mundo no qual vivemos e nos mostrou acima de tudo que Deus existe e se preocupa com o nosso destino e no ama. 

sábado, 12 de outubro de 2013

NOSSA SENHORA APARECIDA


Nossa Senhora da Conceição Aparecida

12 de Outubro é comemorado o dia de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, padroeira do nosso Brasil. 

Nossa Senhora da Conceição Aparecida fez sua aparição no Brasil por volta do ano de 1717 no atual estado de São Paulo. De lá para cá vários anos se passaram e vários milagres se sucederam atribuídos a Ela até que em 1930 por decreto do Papa XI foi finalmente declarada Rainha do Brasil e Sua Padroeira Principal.

Certo dia alguns pescadores buscavam peixes no rio com suas redes mas nada pescavam. Em determinado momento surgiu em suas redes a imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida e quando jogaram a rede novamente ela voltou abarrotada de peixes. Este foi considerado Seu primeiro milagre.

Quando a imagem foi retirada do rio estava escura, talvez porque estivesse a muito tempo coberta pelas águas e criou lodo, daí atribuiu-se a cor negra para Nossa Senhora.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

SUICÍDIO


SUICÍDIO

Todo suicida não sabendo o que encontrara no mundo maior analisa as coisas do seu ponto de vista egoísta e acha que exterminando a própria vida eliminará todas as suas mágoas os seus padecimentos morais e materiais. É o mais puro engano, pois cometendo um ato como esse  o espírito parcialmente desprendido, ficara ligado ao corpo físico durante muito tempo, até que os laços do fluído vital sejam rompidos. Terríveis sofrimentos bem maiores do que tinha quando ainda estava vivo se somarão ao que comete este ato terrível. Será deslocado  para regiões nefastas onde terá por companhia, todas as situações que vivenciou, retornando ao seu pensamento segundo a segundo. Encontrará no plano espiritual maiores tormentos e deverá expiar, esperando por uma próxima encarnação, quando será colocado em semelhantes tentações e provas que lhe irão averiguar se já se tornou forte  o bastante para suportar com paciência uma vida de sacrifícios.

Os suicidas são as pessoas mais covardes e mais desprovidas de tudo que existem.

Recebem igual a todos mas não aceitam a oferta.

São egoístas por natureza e só se preocupam com a própria dor se esquecendo que existe um mundo de possibilidades a sua volta.

A vida é algo sagrado que não pertence ao homem e não cabe a ele decidir se a quer ou não.

No nível espiritual, quando uma pessoa se suicida ela interrompe a etapa evolutiva que teria que cumprir. É como se no meio de um jogo de vídeo game o cara desligasse a televisão sem salvar o jogo, então ele terá de reiniciar tudo outra vez. 

Suicidar é uma espécie de perda de tempo só que num grau maior porque se perde muito mais além de tempo.

Ofender a Deus é algo perigoso e suicidar é duvidar do poder de Deus e desafiá-Lo.

O suicida, além de atrapalhar seu processo evolutivo, não regride, mas acrescenta carga desnecessária a sua bagagem. Um volume substancial de provações pelas quais não precisaria passar se não houvesse cometido o suicídio. 

A parte pior do suicídio é que ao tirar a própria vida achando que estariam mortos e livres acabam por descobrir que ficaram ainda mais presos e vivos. As vezes um suicida passa séculos preso a cena da morte que ele próprio causou numa espécie de dejavú constante. Nesse caso o que ele pode fazer - se matar?


 O suicida não é apenas aquele que tira a própria vida mas também aquele que se mata aos poucos dia a dia, seja no vício das bebidas, cigarro ou outros vícios.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

ABORTO


Aborto embora seja legalizado em alguns países, e felizmente não é no nosso, é um crime dos mais hediondos contra a humanidade porque a vítima não tem como se defender da agressão. 

Não há problema algum em fazer sexo, mas se através dele uma vida for gerada, não compete mais aos pais decidirem se querem ou não que o filho nasça.

Só quem pode tirar a vida é que a criou - DEUS

A partir do momento que a vida existe ela deve seguir seu rumo a qualquer custo. 

Há sem dúvida um propósito e um destino para cada um de nós e quando, através de um aborto, este processo é interrompido, as consequências são catastróficas, tanto para quem o praticou quanto para quem ajudou na sua prática.

A cicatriz que um aborto provoca no perispírito da mãe leva milênios para ser atenuada.

A criança que foi impedida de nascer na maior parte das vezes se revolta e se vinga daqueles que a assassinaram. Enquanto espírito que é no plano astral a criança tem condição de prejudicar seus agressores. Ilusão achar que o espírito não sabe tudo que se passa a sua volta e que não tem como se defender no outro plano. O feto é feto enquanto acordado, enquanto dormindo, é espírito e bem consciente do mundo a sua volta, inclusive sabe ou não se é desejado e se há ou não intenção de prejudicarem sua vida.

Dentre os tipos comuns de vingança que os espíritos que foram assassinados no útero das mães promovem podemos citar a morte das mães por infecção, ou a esterilidade definitiva, a loucura, e muito mais.